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O Otakismo recomenda!! parte 1

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O Otakismo recomenda!! parte 1

Mensagem por dracofu em Seg 16 Abr 2012, 00:43








O Otakismo recomenda!! parte 1










Tem muita informação na net. Aqui, alguns dos bons textos que tive a oportunidade de ler na blogosfera


Emparedado pela falta de tempo para gerar algum conteúdo relevante, acho
válido listar alguns textos, de blogs parceiros ou não, que eu não
escrevi mas merecem a atenção de quem, por uma infelicidade
inconsolável, consegue gostar dos meus. Ainda me alinho na intenção de
gerar maior convergência entre os blogs. Esta é apenas a primeira leva
de recomendações, outros blogs serão futuramente contemplados. Preferi
falar mais de um número menor de referências para não virar propaganda
em caixa de pizza.



Bakuman foi recentemente lançado pela
JBC e mostra de forma lúdica e fantasiosa os bastidores da produção de
um mangá profissional. Alexandre Nagado do blog Sushi Pop
escreveu sobre um mangá adulto desconhecido no Brasil que busca
retratar o dia a dia de um editor do meio editorial japonês, trata-se de
Henshuu Ou (O rei dos editores).

"A
história apresenta muitas situações sobre o desgastante trabalho do
editor e as delicadas relações destes com os artistas dos quais depende
seu trabalho. Kanpachi conhece tanto um autor veterano que produz de
forma burocrática e sem paixão, quanto um autor jovem, desconfortável e
inseguro criativamente por ter que desenhar cenas eróticas para aumentar
as vendas. São situações reais, cuja intensidade é valorizada pelo
traço de Tsuchida, que segue uma linha mais realista e se enquadra na
categoria dos gekigá (desenhos dramáticos)."
O REI DOS EDITORES (HENSHUU OU)





Já indiquei esse texto no meu post sobre nekketsu mas tenho minhas dúvidas se foi convincente. O texto sobre Ashita no Joe do Alexandre Lancaster, no blog Maximum Cosmo,
é a melhor síntese desse clássico imortal da Shonen Magazine que marcou
aquele efervescente período de transição entre os anos 60 e 70. Prefiro
chover no molhado a deixá-lo na ignorância sobre um dos maiores títulos
já produzidos pela industrial cultural japonesa. Segue um trecho:

"Ashita
no Joe tocou um povo porque falava a sua língua, a língua das pessoas
comuns que andam pela rua e não as notamos, as que podem ir para a
cadeia e não ligamos, as que vivem contando os trocados nos bolsos e que
vão trabalhar em algum serviço duro e cansativo. Não são os que compram
bonequinhos de vinil em Akihabara. Não são os que emperiquitam em
bairros da moda como Harajuku. Não são os seres andróginos que parecem
ter saído de um clip de J-Rock. São gente como a gente, que mesmo no
Japão, nos parecem tão reais e familiares quanto as pessoas que
conhecemos.É por isso que Ashita no Joe é um clássico. E enquanto houver
mangá no mundo, ele será sempre lembrado – não importa que o leitor de
mangá médio do Brasil fale mal e sempre fique reclamando de tudo, em
nome do mangá que é a moda da vez.

Não importa o amanhã; Joe sempre estará lá."
Ashita no Joe, de Ikki Kajiwara (Asao Takanori) e Tetsuya Chiba





Acostumado a ver o moe
sendo escorraçado aqui e em outros blogs? O moe é um câncer a ser
extirpado pelo bem da cultura pop japonesa? Não é o que pensa Panino Manino do blog Subete Animes que usou dois exemplos positivos da atual temporada para defender o moe bem explorado, Usagi Drop e Ikoku Meiro no Croisèe.


"Eu
acho que a existência dessas séries é um indício de que o Moe não
precisa nem deve morrer. Ele foi só um "algo" injustiçado por causa da
ganância de algumas produtoras em lucrar com presas fáceis, e que nas
mãos certas pode nos proporcional ótimos e saudáveis animes. Por mais
que alguns maliciosos irão surtar em algumas cenas de Usagi Drop, por
exemplo, mas aí, já é malícia de quem assiste, e não algo que já vem com
a série."
Venha viver na "Moexcelência"

Perfect Blue - quadro sensacional
O genial Satoshi Kon já foi explorado no Otakismo pelo seu anime Paranoia Agent, mas a Roberta Caroline do Elfen Lied Brasil já havia escrito anteriormente um belo post sobre o primeiro filme dirigido pelo realizador nipônico, Perfect Blue,
traçando paralelos interesses com a película Cisne Negro do Darren
Aronofsky, o último filme que tratou da metáfora do Homem Duplo. Bem ao
meu gosto, o texto é longo e recheado de referências do cinema e
literatura que antecederam as obras no mesmo perfil, mostrando seus
toques de originalidade.

"Uma indústria onde
clichê pode ser considerado uma norma e onde o que faz sucesso,
geralmente tende a ser copiado, este filme pode ser sim considerado um
passo ousado de criatividade. Ainda mais numa época em que mechas e
mahou shoujos estavam em plena moda. O filme mostra um visão mais
realista sobre um tema complicado, ficando livre das restrições
anteriores e moldando um retrato da sociedade e todas as complicações e
conflitos psicológicos que surgem a cada dia. Kon questiona a própria
noção de identidade em uma indústria que abre mão de seus astros muito
rapidamente. Depois de uma certa idade, eles não servem mais para
serem ídolos de uma geração ou para servirem como objetos de desejo,
propriedades dos fãs consumidores desta indústria.
"
Perfect Blue: Um eletrizante thriller psicológico!







O Japão nunca para de nos
surpreender. Da sua ficção é possível esperar de tudo (ainda bem).
Inclusive um mangá sobre...onanismo. Nintakun, do blog Mangás Cult,
escreveu uma resenha sobre o curioso mangá e defende que é possível
fazer uma boa história até quando sua premissa é de um garoto que, ãh,
se diverte no banheiro feminino da escola. Ainda não li o Onani Master Kurosawa, mas todos que leram (por que alguém resolveu ser o pioneiro?) gostaram muito.
"Kakeru
Kurosawa é um jovem de 14 anos, é o típico jovem que se isola da vida
em sociedade. Ele tem um "ritual" que segue religiosamente todos os
dias, Ir ao banheiro feminino abandonado de sua escola e se masturbar
pensando em alguma colega de classe. Sim, essa é a absurda premissa
inicial do mangá, mas ela serve de pontapé inicial para uma coisa bem
mais profunda."
Resenha- Onani Master Kurosawa





O blog NETOIN! do Carlírio Neto
é conhecido por suas resenhas sobre animes de drama - o gênero favorito
do blogueiro - e pela característica concisa ao mesmo tempo que precisa
de seus reviews e análises, sem apelar para os spoilers (como eu).
Menciono aqui seu texto sobre Mimi Wo Sumaseba (Whispers of the
Heart), filme do Ghibli que ninguém afirma ser o melhor, mas costuma
figurar entre os favoritos de todos o fãs do estúdio de Hayao Miyazaki.
"Esta
animação não busca confrontar realidade e ficção, nem tampouco dar
lições de moral, por mais que as mesmas viessem à ser verdadeiras. Em
"Mimi wo Sumaseba", tudo gira em torno na realidade da vida que chega
para a Shizuku em forma de dúvidas: são os anseios da garota para o seu
próprio futuro..."
Um filme chamado "Mimi wo Sumaseba": leveza, beleza e emoção!



Como o post é sobre divulgações,
aproveito para lembrar um texto que escrevi quando esse blog ainda era
lido apenas pela minha pessoa mas vem crescendo em número de acessos nos
últimos meses, já figurando no top 10 desse endereço. Talvez teria uma
sorte melhor se publicado agora: Enjo Kosai, os anjos caídos



dracofu
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